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Casal da torcida Chapecoense é suspeito de fabricar explosivos para ataques no estádio

Casal da torcida Chapecoense é suspeito de fabricar explosivos para ataques no estádio

19/09/2019 15h16 Atualizada há 2 anos
Por: Redação

A POLICIA CIVIL IDENTIFICA SUSPEITOS DE TEREM PRATICADO O CRIME DE FURTO DE NITRATO DE POTÁSSIO - KNO3, SUBSTÂNCIA UTILIZADA NA CONFECÇÃO DE EXPLOSIVOS E BOMBAS CASEIRAS

A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Polícia de Repressão a Roubos e Furtos de Chapecó - DRF/FRON, identificou L.M.C de 19 anos e L.A.R, de 20 anos de idade, e contra ambos instaurou inquérito policial, em razão de serem suspeitos de terem subtraído de um estabelecimento profissional, aproximadamente 700gramas de Nitrato de Potássio, matéria prima na elaboração de substâncias explosivas.

No dia 06 de setembro do presente ano, o proprietário do estabelecimento supracitado, registrou Boletim de Ocorrência na Unidade da Polícia Civil, oportunidade em que foram realizadas diligências, objetivando a identificação dos envolvidos, fato que se logrou êxito.

Em depoimento, a casal de suspeitos, integrantes de Torcida Organizada da Chapecoense, confessou a prática da infração penal, relatando que, efetivamente, elaboraram explosivos para utilização em partida de futebol, do clube da cidade, expondo, assim, a integridade física e a vida própria e de terceiros, presentes nos arredores, bem como dentro do estádio. Havia, inclusive, intenção de utilização contra integrantes da própria Chapecoense.

Após a confecção de alguns explosivos, os quais foram efetivamente testados, houve a eliminação do material, quando notaram a aproximação das diligências policiais.

Com a quantidade de KNO3 subtraída poderia ser fabricada grande quantidade de explosivo ou bombas.

A Polícia Civil prestou informações à Associação Chapecoense de Futebol, na qual já está tomando as providências administrativas pertinentes.

O inquérito Policial será finalizado nos próximos dias, oportunidade em que os investigados serão indiciados pelo crime de furto e pela conduta de produzir, sem autorização legal, explosivo, infração penal prevista no artigo 16, parágrafo único, inciso VI, da Lei 10.826/2003 (Lei de Armas) - pena de até 6 anos de reclusão.

Informações Delegado Elder - 2a. DRF

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