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Policiais rodoviários federais trabalhavam para contrabandistas de cigarro no Paraná e MT

Policiais rodoviários federais trabalhavam para contrabandistas de cigarro no Paraná e MT

05/03/2020 13h03 Atualizada há 2 anos
Por: Redação
Policiais rodoviários federais trabalhavam para contrabandistas de cigarro no Paraná e MT

O envolvimento de policiais rodoviários federais no contrabando de cigarros em Mato Grosso do Sul é alvo de duas operações deflagradas hoje em Campo Grande e outros oito municípios do interior, e ainda em Umuarama (PR). A ação da Polícia Federal, com o apoio da Polícia Rodoviária Federal, tem como objetivo desarticular uma rede de agentes públicos que dava suporte às atividades criminosas. As deflagrações são uma continuidade de outros trabalhos investigativos com uso de provas emprestadas obtidas em operações policiais de repressão ao contrabando, com autorização da Justiça Federal.

Estão sendo cumpridos 18 mandados de busca e apreensão e dez mandados de prisão, com a participação de aproximadamente 80 policiais federais e 30 policiais rodoviários federais. As medidas estão sendo cumpridas além da Capital, nas cidades de Naviraí, Jutí, Eldorado, Mundo Novo, Japorã, Rio Brilhante, Nova Alvorada do Sul, Dourados, e na cidade paranaense.

A investigação mostrou que as organizações criminosas desarticuladas movimentavam centenas de carretas de cigarros introduzidos ilicitamente no País para diversos Estados. Os integrantes do esquema criminoso cooptaram servidores públicos, em especial policiais rodoviários federais, para facilitar o tráfego dos objetos ilícitos com a omissão do dever funcional de repressão ao crime. As duas Instituições, com a ação, buscam quebrar a estrutura logística de apoio às atividades delituosas que foi estabelecida.

O esquema delituoso contava com indivíduos que ocupavam a função de gerentes, comandando as redes de transportadores, batedores, olheiros e fazendo contato com os “garantidores”. Estes eram agentes públicos cooptados e que permitiam as ações delitivas e, em certos casos, agiam de forma a dificultar a atuação dos policiais que estavam cumprindo com seus deveres.

Os nomes das Operações são Managers (Gerentes, em inglês) e Cem por Cento, em alusão às funções dos integrantes das organizações Criminosas e à forma como estes se comunicavam quando agentes públicos cooptados pelo esquema estavam nos postos de fiscalização, sendo totalmente segura a passagem.

Via Correio do Estado

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