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Acusado pelo MPRS é condenado por matar companheira e concretar corpo, em Osório 

A mulher foi morta por asfixia mecânica, mediante compressão cervical

Redação1
Por: Redação1 Fonte: Ministério Público do RS 
09/04/2026 às 11h24
Acusado pelo MPRS é condenado por matar companheira e concretar corpo, em Osório 
Brigada Militar

Acusado pelo MPRS é condenado por matar companheira e concretar corpo, em Osório 

O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) obteve, nesta quarta-feira, dia 8, a condenação do companheiro de Nara Denise dos Santos, servidora pública assassinada em Osório. O Tribunal do Júri considerou o réu culpado pelos crimes de homicídio triplamente qualificado, caracterizado como feminicídio, e ocultação de cadáver, fixando a pena em 28 anos e 10 meses de reclusão, em regime inicial fechado, com execução imediata da sentença e manutenção da prisão preventiva.

Na acusação, atuou o promotor de Justiça Sávio Vaz Fagundes. Conforme apurado pelo MPRS e reconhecido pelo Conselho de Sentença, o crime ocorreu em 5 de janeiro de 2024, na residência do casal. Após uma discussão iniciada pelo uso do cartão bancário da vítima, a mulher foi morta por asfixia mecânica, mediante compressão cervical, circunstâncias que caracterizaram motivo fútil e meio cruel, além do contexto de violência contra a mulher em razão da condição do sexo feminino, uma vez que ambos mantinham relação íntima de afeto.

Depois do homicídio, o condenado tentou esquartejar e incendiar o corpo da vítima e, posteriormente, ocultou o cadáver ao concretá-lo dentro de uma geladeira, no interior da casa, com o objetivo de dificultar a localização e a investigação do crime. 

As qualificadoras reconhecidas e a condenação pelo crime conexo de ocultação de cadáver resultaram na pena aplicada pela Justiça.

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